FAMA se destacou como contraponto ao “fórum das corporações”

Mais de 7 mil pessoas de 170 países e 183 organizações – movimentos populares, sindicatos, ONGs, indígenas, quilombolas, pescadores etc. – reuniram-se em Brasília no Fórum Alternativo Mundial da Água, no momento em que era realizado o 8.º Fórum Mundial da Água, na semana de 18 a 23 de março. Em todas as atividades, ficou evidente o ponto de vista do Fama em defesa do controle público e contra a privatização dessa riqueza natural.
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DIRETORIA DA CAESB ALUGA “BARRAQUINHA” POR QUASE R$ 174 MIL POR DIA NO 8º FÓRUM MUNDIAL DA ÁGUA

Valor total ultrapassa R$ 1 milhão

A diretoria da Caesb aprovou pagar, com dinheiro público e sem licitação, o valor absurdo de R$ 1.042.388,94 (um milhão e quarenta e dois mil e trezentos e oitenta e oito reais e noventa e quatro centavos) pela locação de uma “barraquinha” (estande) personalizada, durante o 8. º Fórum Mundial da Água – 2018, dos dias 18 a 23/03/2018. O aluguel da “barraquinha” vai custar incríveis R$ 173.731,49 por dia!

(https://www.jusbrasil.com.br/diarios/173165174/dodf-secao-1-22-12-2017-pg-45)

O contrato foi celebrado com a empresa MCI BRASIL S.A., organizadora do evento. O Fórum Mundial é uma feira de negócios a portas fechadas, no qual as multinacionais do setor de água e de saneamento têm acesso privilegiado às decisões dos governos, envolvendo muitas vezes suborno e corrupção.

Grandes corporações empresariais visam transformar a água em mercadoria; para isso, privatizam as reservas e fontes naturais de água, tentando transformar o direito a esse bem em um recurso inalcançável para muitas populações que, consequentemente, sofrem exclusão social, pobreza e se veem envolvidas em conflitos e guerras de todo o tipo.